quinta-feira, 23 de agosto de 2007

minha casa


eu fiquei uns 10 dias ausentes da minha morada no Guaibim,
tempo suficienta para as formigas detonarem as roseiras, os buganvilles, os pes de cebolionha,os hibiscos...
agora vou ter que comezar tudo outra vez!

2 comentários:

Madu disse...

Peço licença para mais uma vez recorrer à Adélia Prado. Só o poema dela pra dizer;

Louvação para uma cor

O amarelo faz decorrer de si os mamões e sua polpa,
o amarelo furável.
Ao meio-dia as abelhas, o doce ferrão e o mel.
Os ovos todos e seu núcleo, o óvulo.
Este dentro, o minúsculo.
Da negritude das vísceras cegas,
amarelo e quente, o minúsculo ponto,
o grão luminoso.
Distende e amacia em bátegas
a pura luz de seu nome,
a cor tropicordiosa.
Acende o cio,
é uma flauta encantada,
um oboé em Bach.
O amarelo engendra.

Bom retorno à casa!

DIARIOS IONAH disse...

o amarelo engendra e eu babo na poesia!

este eh um diario atraves de imagens. a cronologia nunca sera a mesma. ele tanto pode estar no passado como no presente mas sempre com o futuro como meta, como se fosse O OLHO REAL.