terça-feira, 25 de setembro de 2007

IMAGEM que faz voltar ao PAASSADO

Esta imagem me faz relembrar o meu passado um tanto rebelde, de jovem la pelas bandas do rio de Janeiro.
Eu vou contar.......
Eu e mais um namoradinho e um primo poeta andavamos sempre juntos{como aquele casal do filme ´´Um homem e Uma mulher´´, que era nosso filme cult)... fazendo peraltices por tudo quanto era canto que estavamos.Uma certa vez achamos uma boneca sem um braço, la na orla da praia de Botafogo, era uma tarde meio sombria, sem sol e sem chuvas e estavamos perambulando como sempre em busca de um cinema, quando ao acharmos a tal boneca, que era grandinha, tivemos a sinistra ideia de coloca-la embaixo de um pneu de um carro que estava estacionado, e eu comecei a fingir que estava chorando e apontava com o dedo a boneca embaixo do carro, todo mundo parava para olhar, no inicio acreditando que era verdade pois nos gesticulavamos e eu fingia sofrimento....foi hilario e durou um bom tempo.
Quando juntou uma boa quantidade de pessoas no local , nos saimos de fininho e ficamos observando a cena e obviamnete rindo de todos!

2 comentários:

Ângela disse...

Tamar, não consigui imaginar a menina rebelde e traquinas em você rsrsrs, mas adorei a cena descrita! Abraços.

Anônimo disse...

Em minha juventude,encontrei na areia, bem próximo ao mar,um sapatinho de boneca.Ou será que era de uma fada? Não sei, mas era cor de rosa e estava na imensidão branca.Era tanta areia, tantos pequenos grãos que brilhavam ao sol!
- Deus!!! Um sa pa ti nho! Nossa! Um sa pa ti nho! E é de uma fadinha!Ou de uma bonequinha que passou por
aqui? Ela jamais irá encontrá-lo novamente.É um mundo este território e o sapato é TÃO pequenino e TÃO lindo!
Eu o guardei e o tenho ainda, mesmo depois de passados muitos anos, muitos anos mesmo.
- Ei, alguém achou dois braços de boneca?
Poderemos remontar esta história.E lhe daremos um final feliz como nos contos de fada.
1/10/2007 Suemi

este eh um diario atraves de imagens. a cronologia nunca sera a mesma. ele tanto pode estar no passado como no presente mas sempre com o futuro como meta, como se fosse O OLHO REAL.