domingo, 24 de junho de 2007

EFEMERIDADE

Um dia ele esteve la dentro do mar, corria alegre e serelepe com seu cardume.Nada conhecia de solido. tudo para ele era liquido, morno e ondulante.ele nem fazia a menor ideia do escaldante das areias e nem sabia do azul do ceu, so do azul do mar.
Entao um dia de repente ele perdeu sua correnteza, seu cardume e nao sentiu mais nada.Estava nmorto.O mar o vomitou e ele ficou ali na escaldante e solida areia, eu passei, o vi e quis registrar a sua efemera existencia!

2 comentários:

zélia guardiano disse...

É isso, amiga! A vida é efêmera! Não gostamos do fato de ela ser assim... mas é! Tudo é transitório! Tudo está aqui de passagem! Só de passagem! Por isso é importante viver o presente! Mas é tão difícil, não?

Madu disse...

Participar do banquete da vida supõe um dia dar lugar para que outro/a tenha vez de também fazer parte dessa mesa.
Cedo ou tarde o peixinho já se saciou de vida, outro tomará o lugar que ele deixou vago.

este eh um diario atraves de imagens. a cronologia nunca sera a mesma. ele tanto pode estar no passado como no presente mas sempre com o futuro como meta, como se fosse O OLHO REAL.